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Origem e história

A origem da raça e as suas relações étnicas e filogénicas não estão completamente esclarecidos.

Há quem considere a raça mirandesa descendente da raça fusca do planalto superior castelhano (TIERNO, 1904), fazendo parte do tronco ibérico de um conjunto de raças europeias que abrangeria um conjunto de raças afins de Portugal e Espanha mas também de França e Itália (VALLE, 1907) todas elas com a característica principal de serem unicolores castanhas, pelo que vulgarmente se designam como pertencentes ao tronco castanho. O representante fóssil desta seria o Bos taurus primigenius, parentesco que não é partilhado por LIMA PEREIRA (1976) que considera a população de bovinos mirandeses "um núcleo fortemente heterogéneo quanto à sua origem por resultar do cruzamento do tronco Bos taurus brachyceros com o tronco Bos taurus primigenius, podendo ainda hoje verificar-se esta diversidade feno-genotipica".

Desde 1865 que se realizam concursos pecuários da raça, que passaram a ser apoiados pelo governo com base no Decreto-lei nº 119 de 26 de Maio. O RZ nos bovinos de raça Mirandesa iniciou-se em 1913 abrangendo os animais desta raça que eram explorados nas aldeias vizinhas ao Posto Zootécnico de Miranda do Douro. Em 1959 a Portaria nº 17132 de 22 de Abril instituiu o Livro Genealógico dos bovinos de raça Mirandesa em conformidade com o Decreto nº 41109 de 14 de Maio de 1957, que regulamenta os serviços de reprodução animal e registo genealógico e contrastes.

Veja também: Lutas de Touros

 

 
 

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Actualização em 29 June, 2009